Acompanhe:
Buscar resultados para:

halloween

    TAG

    TAG Literária: Halloween

    Esses dias eu estava organizando a minha listinha de posts para fazer e fuçando os blogs dazamiga pra procurar TAGs que eu havia sido indicada para responder e, logicamente, não respondi por causa tanto da fase de manutenção do blog quanto pela loucura que está esse final de semestre.

    Inclusive, eu queria me desculpar com vocês. 💔 Eu sei melhor que ninguém que a frequência de postagens por aqui não é mais a mesma, mas vocês bem sabem como as coisas ficam em períodos de prova e apresentações de trabalho. Ultimamente, tudo o que eu tenho feito é estudar, não estudar e me condenar porque deveria estar estudando, calcular quantas faltas em cada aula eu ainda posso ter e gritar EU NÃO AGUENTO MAIS quando eu sei que ninguém está olhando.

    Eu adoraria prometer ano que vem, o último da faculdade, será melhor, mas a gente sabe que não é verdade, porque eu vou ter TCC e OAB pra me preocupar (malditas siglas). Com sorte, o ano seguinte será melhor, e eu finalmente vou poder me dedicar muito mais ao blog – que honestamente é tudo o que eu quero fazer com a minha vida.

    De qualquer forma, a parte boa é que eu tenho uma lista IMENSA de posts bacanas pra fazer por aqui – e eu estou reunindo coragem para voltar com o Desafio 52 Semanas no fim de semana que vem, porque eu me recuso ter chegado tão longe pra morrer na praia.

    A TAG de hoje fazia parte da Blogagem Coletiva de outubro do Blogueiros Geeks e, embora o título dê a entender que ela deveria ter sido respondida até o dia 31 de outubro, quem me conhece sabe que comigo o Halloween é todo dia, então vamos lá!

    Fantasma: Aquele livro que explodiu no lançamento, mas hoje ninguém mais ouve falar

    picmonkey-collage

    Reprodução

    As coleções de Crepúsculo 50 Tons de Cinza, com certeza. O auê que esses livros causaram foi ridículo de tão grande. Do dia pra noite eles estavam por toda a parte e, se você me perguntar, as pessoas simplesmente ignoravam o quão ruins as histórias eram. Hoje em dia parece que todo mundo caiu em si e percebeu que tem muito livro melhor por aí.

    Frankenstein: Um personagem que todo mundo acha que é um monstro, mas você sabe que no fundo ele é só incompreendido;

    Reprodução

    Reprodução

    Peter. E o Capitão. E Ulfger. E todo mundo desse diabo desse livro desgraçado que só trouxe sofrimento pra minha cabeça e um buraco pro meu estômago. Ele tá na pilha de livros lidos a serem resenhados por aqui, mas já vou adiantar que esse foi o livro que mais mexeu com o meu emocional ultimamente.

    Morcego: Um livro que você passou a madrugada lendo

    Reprodução

    Reprodução

    O Euclides me emprestou essa HQ bem no comecinho do namoro, quando a gente ainda estudava de manhã. Naquele dia, antes de dormir, eu resolvi abrir só pra conferir a arte. E aí resolvi ler só o comecinho pra ter um gosto da história. Terminei o livro, me troquei e fui pra faculdade com cara de choro.

    Zumbi: Uma leitura que você achou difícil e teve que forçar o cérebro para conseguir entrar na história

    Reprodução

    Reprodução

    Não achei a leitura difícil, mas também não consegui entrar de cabeça na história. Na verdade, o que esse livro me rendeu foi uma dor de cabeça terrível, literalmente. Ele também vai aparecer aqui no blog em breve, e mesmo com a leitura avançando rápido eu continuava sem muito interesse e com um bode gigantesco de absolutamente todos os personagens. A sensação que eu tive durante a leitura inteira foi “podemos andar logo com isso, por favor?”.

    Bruxa: Um personagem difícil de se relacionar

    Reprodução

    Reprodução

    Difícil… Eu poderia citar, mais uma vez, TODO O ELENCO de A Garota no Trem, mas para não ficarmos repetitivos, eu fico com Inverno, de Os Sete, outro livro da listinha lá de cima. Ele é tão babaca e tão estiloso ao mesmo tempo que vira um desafio até pra quem adora um vilão. Minha relação com ele durante todo o livro foi gostar igualmente de quando ele batia em alguém e de quando comiam ele de pancada.

    Múmia: Um livro que você enrolou para ler

    Reprodução

    Reprodução

    Ou então TODAS AS CONTINUAÇÕES DE COLEÇÕES QUE EU COMECEI. Não sei o que acontece comigo, mas eu devo ter 300 coleções não terminadas nas minhas costas.

    Esqueleto: Aquele lançamento que você cansou de esperar

    Reprodução

    Reprodução

    Já faz 84 anos…

    Abóbora: um livro que você achou que ia ser maravilhoso, mas virou abóbora no meio do caminho

    Reprodução

    Desculpa, não deu pra escapar de repetir esse aqui. A hype era TÃO GRANDE em cima desse livro que, quando eu comprei, acreditava que ele tinha potencial de mudar minha vida, e no fim…. bleargh.

    Não vou deixar ninguém indicado pra responder, mas não é porque o Halloween já passou que você não pode responder no seu blog! Deixa seu link aqui nos comentários pra eu conferir suas respostas também. ❤️ E se você por acaso já me marcou em uma TAG que eu ainda não respondi, pode vir aqui puxar minha orelha também, que eu prometo que respondo!

    Beijinhos e até o próximo post!

    Compartilhe:
    Comente:
    Música Terror

    [10 músicas] YEY HALLOWEEN!!

    Meus olhos me enganam? Dois posts no mesmo dia? Siiiiiiim, dois posts no mesmo dia! Isso porque é Halloween, Halloween é amor e eu ainda não tinha postado nenhum [10 músicas] esse mês, e como eu prometi que seria uma vez por mês, e de vez em quando eu cumpro as minhas promessas de posts, nada mais justo do que fazer uma playlist com músicas que encaixem na temática maravilhosa do dia de hoje!

    Oculus Infernum: A Halloween Tale – Van Helsing’s Curse

    Se vocês conhecem o (incrível) Dee Snider, eterno vocalista da (incrível) banda Twisted Sister, talvez saibam que ele é o louco do Halloween. Inclusive ele fez um projeto paralelo, Oculus Infernum, que lançou o álbum Van Helsing’s Curse. Não apenas esse é um álbum que conta uma única história, de forma que todas as músicas são na verdade uma coisa só, mas as músicas têm grandes inspirações tanto em histórias de terror como em trilhas sonoras famosas de filmes bons do gênero! Essa música, Tubular Hell, por exemplo, bebeu bastante da fonte de O Exorcista! Vocês encontram todas as músicas no Youtube, tanto a versão gravada como uma apresentação ao vivo REALMENTE MUITO BOA, que vocês obviamente deveriam assistir.

    Marylin Manson – This is Halloween

    Nada pessoal, mas se você não sabe da existência dessa música eu não acho que nós possamos ser amigos. Mas é claro que você sabe, NÉ?! Se você nunca assistiu “O Estranho Mundo de Jack” no Halloween, no Natal ou nas duas datas, eu realmente não sei o que tem de errado com você. Essa animação é tão incrível que a sua trilha sonora ganhou diferentes versões nas mãos de diferentes artistas, e essa playlist não poderia existir sem incluir esse cara.

    Nightwish – The Poet and the Pendulum

    Olhe nos meus olhos e me diga que você não teve uma fase emo/gótico na sua pré-adolescência ao som de Nightwish. Não? Bom, eu tive. E essa música precisa estar aqui.

    Ramones – Pet Sematary

    Eu particularmente não gosto muito de Ramones, mas o Stephen King gosta. Se o King gosta, a gente respeita. Pet Sematary foi um livro que me deixou arrepiada e com palpitações, e o filme também é bem legal! A cereja do bolo é que Ramones fez uma música baseada na história do livro, que faz várias citações de suas músicas o tempo todo. Ramones felizes, tio King feliz, eu feliz junto.

    Bernard Herrmann- Twisted Nerve


    Confissão: sempre que eu estou andando sozinha, principalmente à noite, em uma rua deserta a não ser por mim e pela pessoa na minha frente, eu gosto de assobiar essa música e esperar a reação da pessoa. Já aconteceu de a pessoa apertar o passo, atravessar a rua, parar e me esperar passar na frente, e eventualmente o cara assobiou junto comigo, como se nada estivesse acontecendo, e foi INCRÍVEL.

    Talking Heads – Psycho Killer

    Sabe o que acabou de acontecer? Você ficou com o refrão dessa música na cabeça pelo resto do dia. DE NADA.

    Dee Snider – The Ballad Of Sweeney Todd

    Yey Dee Snider duas vezes na lista! Esse álbum é INCRÍVEL. Chama Dee Does Broadway e, como o título sugere, ele reinterpreta trilhas sonoras de musicais famosos como, no caso, Sweeney Tood!

    A música final de Coraline!

    Esse desenho é lindo. É baseado em um livro de um dos melhores seres humanos que caminha pela terra atualmente, e a música final é uma alegria à parte.

    Poe – Haunted

    Conheci a cantora fazendo esse post e gostei MUITO! Tem coisa melhor que isso? Todo o álbum Haunted é inspirado em um livro de terror/romance escrito pelo irmão dela, chamado House of Leaves. QUERO.

    Trans Siberian Orchestra – Mephistopheles

    Eu adoro essa música e esse vídeo especificamente. O álbum conta a história de Beethoven, que em seu último dia de vida é tentado pelo demônio Mephistopheles, que quer para si a última sinfonia.

    BÔNUS!!  The Devil’s Carnival – In All My Dreams I Drown

    De jeito nenhum que eu poderia terminar essa lista sem incluir o SENSACIONAL The Devil’s Carnival: um musical cujo primeiro episódio foi lançado em 2

    012 e o segundo em 2015! Obviamente que quando eu conseguir assistir vai rolar uma mega resenha por aqui, mas enquanto esse lindo dia não chega, vocês ficam com a primeira música lançada para o público antes da estreia do primeiro episódio. Tá liberado me abraçar e cantar junto.

    Compartilhe:
    Comente:
    Filmes Terror

    É Halloween! 5 filmes de terror que você deveria ver!

    Todo mundo sabe que o Halloween é o melhor quase-feriado do ano e do mundo inteiro, certo? CERTO?! Pois bem, em homenagem à esse dia maravilhoso e ao post coletivo que a galera do Blogueiros Geeks criou pra hoje, fiquem com a minha lista de 5 filmes de terror que você deveria ver, afinal não tem jeito mais legal de comemorar o dia das bruxas do que enchendo a cara de doces e vendo filmes assustadores!

    5 – Invocação do Mal

    Reprodução

    Reprodução

    Usa e abusa de absolutamente todos os clichês de maneira genial. Sério, tem de tudo: tem criança com medo do monstro embaixo da cama, tem fantasma puxando o pé alheio à noite, tem casa rangendo, quadro caindo, bruxa do pântano, porão abandonado… Tudo isso numa casa grande e velha (filme de terror 101: não vá pra casas grandes e velhas) com CINCO FILHAS (filme de terror 102: não tenha filhos). O filme é dono de algumas das minhas cenas favoritas, além de nos apresentar o casal de caçadores de fantasmas mais amor de todos os tempos, e o melhor! Baseado em um casal real, que tem um museu de coisas amaldiçoadas e tudo! Excursão de férias, alguém?

    4 – Annabelle

    Reprodução

    Reprodução

    Esse filme, mais recente, trata sobre uma criaturinha super simpática que nos foi apresentada justamente em Invocação do Mal: a medonha da boneca Annabelle. Ela já tinha causado o maior reboliço no filme anterior, e dessa vez descobrimos de onde ela veio e, sobretudo, porque ela é tão do mal. Esse filme tem as sequências de susto MAIS INCRÍVEIS DE TODOS OS TEMPOS. Foi o primeiro filme de terror que vi no cinema e, confesso: dei escândalo, subi na cadeira, grudei no braço do Euclides, fiz tudo o que eu tinha direito. No regrets here.

    3 – The Babadook

    Reprodução

    Reprodução

    Vi pela primeira vez esse ano e ele ganhou um lugar muito especial no hall de filmes bons de terror do meu coração. Ele é extremamente bem pensado, apresentando personagens elaborados de um jeito inédito, além de esconder uma crítica muito pesada sobre a medicação desnecessária de crianças (ou “ritalinização”, se vocês preferirem) e sobre como as pessoas lidam com o luto e a perda. Eu bati a nota 10 tão forte pra esse filme que me doeu a mão, inclusive tô querendo ver de novo.

    2 – O Orfanato

    Reprodução

    Reprodução

    Hands down: Guillermo del Toro. Eu amo esse cara, gosto até das coisas ruins que ele fez. Em O Orfanato, eu confesso que chorei que nem uma coitada. A história é sobre uma mulher que, casada e com um filho pequeno, tem o sonho de reformar o orfanato em que viveu os dias mais felizes de sua vida. Ao voltar para o lugar em que cresceu, a protagonista descobre detalhes macabros e infelizes sobre o que aconteceu pouco depois de ela ter sido adotada, coisas que ela jamais imaginaria em suas lembranças felizes e infantis. Agora ela precisa vencer o mal do local e recuperar seu tesouro escondido antes que seja tarde… Ou talvez as crianças só queiram alguém com quem brincar.

    1 – Martyrs

    Reprodução

    Reprodução

    Pelo amor de Deus, CUIDADO na hora de ver esse filme. Não vejam às cegas só porque eu disse que é bom e depois venham aqui reclamar que eu traumatizei vocês. Vi esse filme há anos, depois de uma recomendação bastante empolgada e da garantia que seria a melhor história de terror que eu já havia visto. É verdade, nunca na vida vi um roteiro tão bom, uma trama tão completa e plot twists tão surpreendentes… Isso tudo acompanhado de um gore tão intenso e horrível como só o cinema de terror francês consegue fazer. Esse, inclusive, é um mercado muito promissor pra filmes de terror, mas eles adoram um gore, uma tortura explícita e uns negócios nesses níveis, então eu acabo nem correndo atrás porque sou fraquinha pra essas coisas. Eu muito teria desistido de Martyrs quando a coisa começou a ficar ~pesada~ se a trama já não me tivesse agarrado pelo pescoço. Então eu fiz assim: via 10 minutos, pausava, tomava um ar, comia um chocolate, via uns filhotinhos de gato no Tumblr e um episódio de um desenho, aí voltava. Demorei o dia inteiro pra ver esse filme, e até agora filme nenhum conseguiu bater o roteiro de Martyrs. Inclusive, o filme vai ganhar um remake americano, que eu vou ver só porque estou louca pra ver a Spencer de Pretty Little Liars num papel tão denso e pesado como o do filme, mas não tenho muitas expectativas.

    Se eu fosse colocar um sexto filme, provavelmente seria O Exorcismo de Emilly Rose, que eu vi umas três vezes de tão bom que é, e também está na lista de filmes de terror que não me desapontaram. É bem difícil encontrar filmes desse gênero que te ofereçam de tudo: te assustem, te prendam, sejam bonitos e bem feitos E tenham um final bom (esse último item é especialmente difícil). Por isso, se vocês tem algum filme que se encaixe nessas características, ME RECOMENDEM NOS COMENTÁRIOS!! Eu adoro esses filmes e sempre estou caçando novos para ver.

    É isso aí, feliz Halloween e até o próximo post!

    Compartilhe:
    Comente:
    Séries Terror

    5 séries de terror e mistério para ver na Fall Season

    (A gente ficou um tempo sem postar por motivos de: TCC! Mas fico feliz em anunciar que ele tá uma belezinha).

    É outono no Hemisfério Norte, o que significa que por ali tem Halloween com abóboras e folhas secas caindo, friozinho gostoso, clima aconchegante… (queria!)

    Reprodução

    Lógico que por aqui a gente não tem nada disso, mas uma coisa nós podemos aproveitar tanto quanto eles: as séries novas que estão chegando!

    Enquanto as séries do Summer Season encerram as temporadas e entram de férias, as do Fall Season voltam e, lógico, sempre tem muitas estreias! E por ser tão pertinho assim do Halloween, essa data QUERIDA, pode apostar que sempre tem muita novidade em terror e suspense nessa época!

    Como esse ano eu decidi acompanhar de pertinho as estreias e tentar conseguir o badge do Banco de Séries por 40% dos pilotos vistos, achei boa ideia trazer pra cá cinco séries assustadoras que vem por aí!

    Ghost Wars

    Reprodução

    Uma pequena cidade do Alasca, cheia de preconceitos e superstições, é subitamente atacada por forças sobrenaturais malignas. O único que consegue ver os espíritos e reunir pistas para descobrir o que está acontecendo é o jovem Roman, um garoto odiado e evitado pela maioria dos moradores por causa de sua mãe, que saiu da cidade acusada de bruxaria.

    Estreia: 05/10

    O que eu achei: Vi o piloto, e vou continuar acompanhando porque a história realmente chamou a minha atenção, MAS não tenho grandes expectativas (por enquanto!) de que a série seja renovada. Ghost Wars tem aquele jeito meio Supernatural de ser, mas o piloto jogou muita informação de uma vez na minha cara, e muitas coisas ficaram mal explicadas! Ah, também achei o protagonista bem sem expressão. Meio tipo Fiuk, não gosto muito.

    Lore

    Reprodução

    Série produzida pela Amazon e inspirada em um podcast que conta e analisa causos históricos supostamente reais, que deram origem a contos famosos de terror, mitos e lendas dos dias atuais.

    Estreia: 13/10

    O que eu achei: É realmente como um podcast evoluído, e meio no estilo daqueles documentários de aliens que meu tio gosta de assistir. Tem um narrador, atores reproduzindo casos aparentemente reais e o começo é em um tipo de animação bem bizarra, o que eu achei super legal. Cada episódio é basicamente uma recontagem de um causo antigo (que ali na hora você fica totalmente convencido de que aconteceu de verdade – e talvez tenha mesmo!). Eu gostei bastante do piloto, os atores são bons e a história narrada é até bastante ponderada, e com isso eu quero dizer que eu super imagino gente daquela época tomando aquelas decisões. Como cada episódio é uma história diferente, dá pra ir assistindo sem compromisso (que nem os documentários de aliens), mas eu curti a proposta e vou continuar acompanhando!   

    Mindhunter

    Pôster Mindhunter Netflix Fall Season

    Reprodução

    Nova série queridinha da Netflix, que acompanha dois investigadores do FBI em 1979 em busca de melhor entenderem como funciona a cabeça dos seriais killers, tanto para tentar impedir que outros crimes horrendos sejam cometidos, quanto para melhor preparar a força policial para entender a mente desses criminosos.

    Estreia: 13/10

    O que eu achei: Fala sério, eu e todo mundo estamos apaixonados por essa série! Aqui em casa nós ainda estamos no começo, mas é uma maratona obrigatória. Eu estou gostando MUITO da forma como a psicologia e a sociologia são abordadas, e de como o protagonista tenta inserir no pensamento de policiais dos anos 70/80, pouco tempo depois do Helter Skelter, que há mais na mente de um assassino serial do que apenas loucura injustificada. Se o Euclides não se cuidar, eu vou ver a temporada inteira na frente dele, hehe.

    Superstition

    Reprodução

    Uma família é encarregada a gerações da única casa funerária de uma cidade nos arredores de New Orleans. Eles também são os responsáveis por manter a cidade segura de ameaças sobrenaturais, e são os únicos guardiões de seus segredos obscuros.

    Estreia: 20/10

    O que eu achei: Também é BEM no estilo Supernatural, com uma família unida contra maldições, fantasmas e demônios – com uma pitadinha de The Originals no cenário. Eu gostei por ser pai e filho contra o crime, com uma mãe bruxa e uma gótica suave cientista/médica legista trabalhando junto, e pelos personagens terem todo aquele charme e despojo característico de New Orleans. O primeiro episódio tem um plot twist absurdo e eu com certeza vou continuar acompanhando, porque eu sou uma otária por séries de terror. Não é como se eu tivesse quase mil episódios atrasados das séries que fui pegando por aí, né?

    Dark

    Reprodução

    Primeira série da Netflix Alemanha, bicho. Eu tô MUITO empolgada pra essa aqui estrear, porque tô adorando esse momento das séries europeias da Netflix (pra quem não sabe, estreou Suburra, da Netflix Italia, também durante a Fall Season). Aqui, o desaparecimento de duas crianças em uma cidadezinha alemã conecta quatro famílias cheias de segredos.

    Estreia: 01/12

    VEM QUE VEM!

    Espero que tenham curtido as recomendações de novidades, comentem aqui embaixo se assistirem alguma das séries do post, e boa sorte pra gente na maratona da Fall Season!

     

    Compartilhe:
    Comente:
    Livros Terror

    Os Sete, de André Vianco


    Eu não vou mentir: sempre tive muito preconceito com André Vianco, mesmo nunca tendo lido! Eu era dessas desavisadas que achava que um autor brasileiro *nunca* escreveria um livro de terror ou dark fantasy tão bem quanto um estrangeiro, e o pior é que eu acho que ainda hoje tem muita gente que compartilha dessa minha opinião totalmente errada!

    Pensar algo assim até que faz sentido quando a gente pensa que, por aqui, realmente não existe a influência que outros países possuem, o apreço ou o costume pelas coisas assustadoras. Enquanto lá fora tá todo mundo super animado pra celebrar o Halloween, por aqui a gente tem Zé do Caixão… Nada contra, mas vê a diferença? Nós não somos ícones no cinema de terror (inclusive vai ter post sobre filmes de terror nacionais muito em breve), e não damos o devido valor aos autores nacionais, e daí vem esse famigerado preconceito. Mesmo eu só tendo lido os clássicos das listas dos vestibulares, eu enchia o peito para falar que esse Brasilzão de meu Deus não tinha UM autor contemporâneo bom de verdade! Quem era eu na fila do pão para pensar uma coisa dessas?

    Felizmente, minhas amigas estavam aqui para me mandar tomar tento, e de cara me indicaram um autor que sabiam que eu ia gostar: André Vianco, justamente o camarada de quem eu falava mal sem nunca ter visto e sem nem saber sobre o que, exatamente, ele escrevia! Adoro terror? Adoro. Adoro vampiros? Adoro! E mesmo assim, por algum motivo, eu achava do fundo do coração que Vianco não daria conta do negócio.

    Pois bem, veio a Bienal do Livro de 2016 para me dar uma oportunidade irrecusável de me provar errada (esse post está vindo com um ano de atraso? Sim). André Vianco foi um dos convidados do evento, justamente porque sua maior obra, Os Sete, estava sendo reimpressa pela Editora Aleph numa capa LINDA (mas que, infelizmente, começa a descascar depois de um tempo), então lá fomos nós enfrentar fila e ficar cara-a-cara com o autor, com direito a autógrafo e tudo.

    Eu prometi para tanta gente que ia ler Os Sete ASAP que ele de fato foi um dos primeiros livros que li da pilha que eu comprei na Bienal e na Book Friday, e não é que eu gostei? Começando pela capa nova, que tem os sete vampiros ilustrados, então além de ser muito divertido ir adivinhando quem era quem, eu de fato sabia como os personagens se pareciam! Lógico que a gente sempre forma uma figura imaginada, mas para mim fez muita diferença imaginar as cenas com as aparências “oficiais” dos personagens, foi inclusive parte da diversão.

    E, falando em diversão, a história é divertidíssima. Não é realmente uma história de terror, é uma aventura de vampiros. É Anne Rice sem a melancolia monótona (beirando o insuportável) de Louis, com Inverno sendo quase tão deliciosamente detestável quanto Lestat, com um jeito brasileiro cheio de gingado de solucionar problemas e, o melhor de tudo: com poderes mágicos. Isso porque os vampiros de Vianco possuem, cada um, um poder único e incrível que os tornam ameaças ainda maiores, e o mais legal de toda a história é você descobrir qual é o poder de cada um – e aí voltar pra capa do livro e tentar adivinhar qual deles é quem e tem qual poder.


    Fora esse detalhe, a história não inventa muita moda no quesito “vampiros”, o que pra mim foi ótimo. Vianco conseguiu fazer sua marca no tema sem precisar deturpar o que todo mundo já reconhece e ama (em resumo, os Sete bebem sangue para sobreviver, queimam no sol, tem uma política fortemente contra o uso de estacas e vivem para sempre, além de todas as outras coisas que a gente espera de vampiros), e conseguiu, sim, deixar o tempero luso-brasileiro da história no ponto.

    Isso porque os Sete são vampiros portugueses, que foram capturados e enfiados em caixões de prata pouco depois do descobrimento do Brasil. Eles acordam entre nós após serem descobertos dentro de uma caravela naufragada e levados para estudo num laboratório de Universidade, e precisam tanto recuperar a força e a fama quanto entender mais dessa nossa década de noventa e, sobretudo, impedir que Sétimo acorde.

    Ainda que estes vampiros tenham vivido e reinado juntos em Portugal, não dá para dizer em momento algum que eles são amigos, muito menos irmãos… Ou então eles são do tipo de irmãos que brigam MUITO, o tempo todo, e provavelmente se matariam entre si se a oportunidade viesse. Mas eles sabem que precisam uns dos outros, e a interação do grupo pra mim foi uma das partes mais divertidas do livro, e confesso que peguei as manias de fala de todos eles e segui falando “ai meu bom Jesus!” e derivados durante meses depois de ter finalizado a leitura.

    Eu gostei bastante da trama, embora admita que ela tem pontos fracos e que a solução do conflito do livro não tenha sido a minha favorita. O elenco humano da história eu achei bem chatinho, mas não é novidade pra ninguém que eu ia torcer o tempo todo pros vampiros vencerem e tocarem o terror em todo mundo. Agora, o final eu achei sensacional, e quero MUITO ler Sétimo e todas as outras obras que envolvam esse grupo detestável que eu gostei tanto. 💜 E, lógico, já tenho outros títulos de André Vianco na lista e até de outros autores nacionais também! Quero ver mais das coisas bacanas que estamos produzindo por aqui, por isso me recomendem seus livros nacionais favoritos nos comentários!

    Título: Os Sete
    Autor: André Vianco
    Editora: Aleph
    Ano: 2016
    ISBN: 978-85-7657-338-8

    Nota: 7,0/10,00

    Sinopse: Uma caravela portuguesa naufragada há mais de 500 anos é descoberta no litoral brasileiro. Dentro dela, uma estranha caixa de prata lacrada esconde um segredo. Apesar do aviso grafado, com a recomendação de não abri-la, a equipe de mergulhadores que a descobriu decide seguir em frente e encontra sete cadáveres. Esses corpos misteriosos são levados para estudos, e a situação parece estar sob controle até o despertar do primeiro deles.

    Compre pela Amazon: Comprando Os Sete por aqui, você ajuda o blog a crescer e garante a ração dos meus gatos!

    Compartilhe:
    Comente:
    Livros

    Condenada, de Chuck Palahniuk

    Reprodução

    Reprodução

    A narrativa de Chuck Palahniuk é, para dizer o mínimo, única. Se você já leu Clube da Luta, ou um de seus contos, por exemplo (eu recomendo Vísceras, se você for maior de idade e tiver estômago forte), então sabe do que eu estou falando.

    Cada palavra é praticamente rasgada no papel, com o objetivo de entreter e incomodar ao mesmo tempo. Ele é um dos poucos autores que consegue, ao mesmo tempo, fazer o leitor rir e se sentir péssimo por estar rindo – e é isso o que ele faz durante as duzentas páginas de Condenada.

    A história de Madison é inteiramente trabalhada em humor negro, em críticas indiscretas e na deliciosa paródia de Breakfast Club, ou O Clube dos Cinco, filme que a própria protagonista não cansa de citar, principalmente por estar vivendo a versão infernal do “filme favorito de todos”

    Ela é a única filha natural de um casal de bilionários ex-hippies, ex-punks, ex-anarquistas que dividem o tempo entre adotar órfãos de países desconhecidos, participar de eventos de gala polvilhados de paparazzi e ensinar a filha pré-adolescente que sexo, drogas e rock and roll é o estilo de vida que uma garota de treze anos deveria seguir (Madison, você tem certeza que não quer um Xanax?).

    Sendo Madison não só a protagonista, mas também a narradora, nós temos o prazer de desfrutar de seu ponto de vista extremamente rico (afinal de contas, ela pode ter treze anos e estar morta, mas ela não é burra, e não vai perder oportunidade de te lembrar disso) no decorrer da história que, curiosamente, começa com sua morte e sua condenação ao quinto dos infernos, depois do que pareceu uma overdose de maconha. É lá que ela conhecerá o nerd, o punk, a princesa e o jogador de futebol que, junto com ela, formarão a versão condenada de Breakfast Club.

    O funcionamento do Inferno é, de certa forma, fascinante. Não é porque você está morta que não precisará trabalhar para pagar sua estadia. Este grupo, por mais improvável que seja, vai passar o tempo explorando as áreas infernais (que são tão infantis quanto você consegue imaginar. O Oceano de Esperma Desperdiçado? Quantos anos você tem, Palahniuk? Treze?), vencendo demônios de maneiras inusitadas e proibidas para menores (meus cumprimentos ao Rei Lagarto) e, é claro, trabalhando como atendentes de telemarketing.

    Vamos lá, você sempre soube que aqueles desgraçados que te ligavam na hora do jantar oferecendo alguma promoção ridícula estavam bem fundo no inferno.

    Mas esse não é o único emprego disponível por lá. Afinal de contas, de onde você acha que vem aquele pornô doente da deep web? Pois é, meu amigo, todos eles estão mortos e condenados, mas todos pagam as contas e recebem um salário honesto, pago em… doces. Jamais subestime o poder de suborno de um Kit-Kat, é assim que a gente lida com os grandes burocratas demoníacos neste livro.

    Madison é uma ótima protagonista de treze anos, que, escrita por Palahniuk não parece nem madura e nem infantil demais. Ela tem insights ótimos, e sua narrativa não é cansativa. Em seu raciocínio maduro, porém com curto tempo de vida, ela chega à conclusão que seu verdadeiro pecado é o vício em esperança, ainda que ela tenha quase certeza que o que a matou foi a maconha – afinal de contas, uma das regras da casa é que toda a esperança deve ser abandonada, certo?

    Em sua estadia infernal, Madison encontra-se fiel, mantendo conversas mentais com a única entidade que possivelmente ouviria uma oração no Inferno: Satã em pessoa… Ou em demônio, vai saber. Cada capítulo começa com uma de suas “orações”, tanto resumindo seus dias quanto oferecendo-lhes conselhos gratuitos sobre como melhorar a administração do local – e, claro, esperando ansiosamente pelo dia em que eles se encontrarão de verdade.

    Com o passar dos dias eternos, o grupo ganha intimidade e trabalha bem junto, construindo lentamente a ascensão de Madison como Suprema Dominante do Inferno. E, embora eu ache que neste ponto a história tenha se perdido um pouco, eu preciso admitir que Hitler eventualmente precisaria ser derrotado lá embaixo, sua dignidade e bigodes roubados por uma menina de treze anos.

    A história tem, sim, algumas reviravoltas bastante inesperadas, tanto na causa mortis de Madison quanto em quem seus amigos realmente são (essa provavelmente foi minha parte favorita do livro, quando todos poderão voltar ao mundo dos vivos durante o Halloween, desde que estejam fantasiados como quem eram em vida). Isso tudo, é claro, coroado pela explicação de como e por quê as coisas acontecem com Madison da forma que acontecem. Um requinte de O Mundo de Sofia infernal que só descobriremos se é verdade na continuação do livro: Maldita, que eu mal posso esperar para começar a ler.

    Reprodução

    Reprodução

    Nome: Damned (Condenada)
    Idioma: Inglês
    Autor: Chuck Palahniuk
    Páginas: 247
    Editora: Anchor Books
    Ano: 2011
    ISBN: 978-0-307-95045-1
    Nota: 7,0/10

    Sinopse: “Are you there, Satan? It’s me, Madison”, declares the whip-tongued thirteen-year-old narrator of Damned. The daughter of a narcissistic film star and a billionaire, Madison is abandoned at her Swiss boarding scholl over Christmas, while her parents are off touting their new projects and adopting more orphans. She dies over the holiday of a marijuana overdose – and the net thing she knows, she’s in Hell. Madison shares her cell with a motley crew of young sinners that is almost too good to be true: a cheerleader, a jock, a nerd, and a punk rocker, united by fate to form the six-feet-under version of everyone’s favorite detention movie.

     

    Compartilhe:
    Comente:
    Música

    [10 músicas] Girl Power!

    Reprodução

    Reprodução

    Março é um mês absolutamente fantástico! Além do meu aniversário, tivemos a Páscoa (que todo mundo sabe que é a melhor festividade depois do Halloween) e, de quebra, ainda celebramos o Dia Internacional da Mulher. Nada mais digno do que lotar a playlist do mês girl power, só com cantoras/girl bands incríveis, certo? Certo. Aqui tem de tudo, de música árabe até Lady Marmalade, que eu tenho certeza que você já cantou bem alto no carro pelo menos uma vez na sua vida, então, enjoy it!

    Nota: se você sabe de onde é essa última música, nós viramos amiguinhos automaticamente. Se você não sabe, relaxa, logo menos eu falo desse filme maravilhoso por aqui – e aí sim nós viramos amiguinhos.

    Compartilhe:
    Comente: