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Animes e Mangás

Os 3 últimos animes que eu vi

De vez em quando bate uma vontade de pegar um anime bom e maratonar tudo de uma vez! E, quando o anime é bom mesmo, lógico que me dá vontade de resenhar aqui no blog. Como eu estou procrastinando essa ideia há MUITO tempo e, consequentemente, acabei vendo 3 animes bons inteiros e acabaria sendo muita resenha de anime de uma vez, resolvi reunir em um único post, com resenhas curtas, os três últimos que eu vi. Tratem de já irem atualizando as listinhas de “quero ver”, porque o negócio aqui é sério.

BLACK LAGOON

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Se as mulheres de Mad Max vivessem em Sin City e fossem dirigidas pelo Tarantino, o resultado talvez chegasse perto do que é Black Lagoon. O que a gente conclui até aqui? Se muito sangue, violência, armas pesadas e palavrões pacaraio são não a sua praia, não veja.

A história originalmente é sobre um executivo japonês bonzinho e padrão que se vê enfiado no meio de uma guerra envolvendo assassinos de aluguel, diversas máfias diferentes e a Black Lagoon: um trio de contrabandistas que não toma partido e aceita o trabalho que aparecer. Sem muitas opções de vida, esse executivo, apelidado pelo trio de Rock, passa a viver e trabalhar com eles.

O meu ponto favorito desse anime é: os caras são legais, mas as mulheres são SENSACIONAIS. Todo mundo que vale a pena por lá tem peitos e armas, e você não consegue não amá-las. A Revy, pistoleira da Black Lagoon, traumatizada oficial da equipe e que tem um repertório de palavrões quase tão grande quanto o meu, divide um lugar muito especial no meu coração, ao lado da Chinglish (a Revy dá esse apelido pra ela por ser taiwanesa e falar um ~inglês todo elado ne~) e da Sawyer (emo-gótica muda COM UMA SERRA ELÉTRICA GIGANTESCA). Mas ninguém se compara a Balalaika (veterana de guerra da ex-URSS e líder da Máfia Russa) e da Roberta (que foi definida pelos produtores do anime como “Mary Poppins assassina”, e pela Black Lagoon como “robô assassino psicopata indestrutível do futuro”).

Eu juro pra vocês, a Roberta é o Alucard vestido de empregada. Inclusive o sonho da minha vida é ver um mash up com esses dois animes.

Lógico que, pra não dizer que não falei das flores dos homens, o meu favorito é o Dutch, líder da Black Lagoon e fonte infinita de bons conselhos, que sempre é visto lendo algum livro incrível tipo Mao-Tse Tung.

O anime em si é bastante episódico, estilo “resolver a treta da semana”. Cada temporada tem o “vilão principal”, que toma uns dois ou três episódios, religiosamente seguido por um final niilista que tira todas as suas esperanças no mundo, assim como a dos personagens (hands down: gêmeos vampiros da Romênia). Agora, a temporada Roberta’s Blood Trail é, sem dúvida, a melhor de todas, e com certeza a mais violenta também, e te dá vontade de chorar de tanta adrenalina. Papai, quando eu crescer eu quero ser uma governanta psicopata com granadas embaixo do vestido.

JORMUNGAND

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Tem uma pegada parecida com Black Lagoon, só que mais leve e divertida (e com menos palavrões). Conta a história de Koko, uma traficante de armas mundialmente conhecida e poderosa, e sua equipe de ex-militares, mercenários e seguranças, entre eles Jonah, uma criança-soldado do Oriente Médio. Não é um anime incrível, mas a história tem uns plot twists bem interessantes e as partes engraçadas são ENGRAÇADÍSSIMAS.

E o ponto alto do anime, da história, da vida, pra sempre vai ser a música tema da Koko:

Então, sim, her name is Koko and she is Loco e ela faz de tudo para colocar em prática o Projeto Jormungand, determinada a mudar toda a política de tráfico de armas e, principalmente, como as guerras são feitas. O diálogo final entre ela e Casper, seu irmão mais velho completamente psicopata, é um dos tapas na cara mais ardidos que dá pra levar dentro dessa história.

O que eu mais gostei aqui é que todos os personagens são retratados de maneira muito realista (até a musculatura dos soldados da Koko foi feita pensando que eram todos veteranos de guerra). Eu adoro como a Velmet é super musculosa e o risinho psicopata da Chiquita o tempo todo. O Casper também é outro retardado, só que de um jeito legal. Fica muito claro o tempo todo que tudo o que a Koko tem é dinheiro e inteligência, porque ela é toda menininha fraquinha que fica esticada na cama mexendo no notebook rodeada de salgadinhos hackeando o equipamento do exército americano. Apesar de ser muito bom e de eu ter gostado bastante, foi o que eu menos amei dos três, principalmente porque vi depois de Black Lagoon.

MAHOU SHOUJO MADOKA MAGICA

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VELHO…
VELHO DO CÉU…

Esse aqui é completamente diferente dos outros dois, e eu vi de um tiro só, pausando só pra ter surtos eventuais e enfiar minha cara no travesseiro porque eu simplesmente não conseguia acreditar. A proposta dele é pegar a ideia de Sailor Moon, Sakura Card Captors e outros shoujos da vida e transformar num negócio sério e denso. A trama é tão bem amarrada, e os plot twists são tão matadores que me sobe um arrepio só de lembrar e eu tenho vontade de chorar de orgulho. Juro por Deus, dentro do que o anime se propôs a fazer, eu não consigo apontar UM defeito. E o que o anime se propôs a fazer foi algo GRANDE.

O anime conta a história de Madoka, uma menina super insegura e tímida que, através de um monstrinho fofo e suspeito chamado Kyuubei descobre a possibilidade de virar uma Mahou Shoujo – basicamente uma Sailor Moon que mata bruxas. Inclusive, quando as bruxas aparecem o estilo de animação muda e é tudo INCRÍVEL. E assim, nada, N-A-D-A do que acontece nesse anime é sem motivo. Tem um motivo pra ela ser insegura, tem um motivo pra serem sempre meninas pré-adolescentes, tem um motivo pra TUDO e todos eles são sensacionais e super críveis.

Francamente? Eu sei lá por que você ainda tá lendo esse diabo desse post ao invés de ir correr atrás de um link pra ver esse anime. E, se mesmo depois de ler essa última frase você ainda está aqui, eu acho bom que a aba ao lado seja o link de um pirate bay da vida e que você já esteja baixando Madoka Magica.

Para os mais sensíveis e fofos, não se preocupem: o anime não tem sangue, cenas gore, mortes explícitas horríveis ou nada do tipo – e, mesmo sem essas coisas, ele vai ser capaz de fritar o seu cérebro. Faz já uns meses que eu assisti, e até hoje me dá uns baques de vez em quando e eu penso “uaaaaaaau, que anime bom”. Então, se vocês começaram essa lista determinados a só escolher UM desses animes pra ver, eu realmente recomendo que seja esse.

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7 Comentários

  • Responder Trauti

    Volta e meia tô pedindo indicações de animes e mangás pros meus amigos, e eles indicam na maior boa vontade sempre. Mas quem disse que consigo parar uma hora pra assistir/ler? Me sinto em dívida. Seu post acabou de me lembrar que tenho um tal de Death Note (?) apodrecendo na lista de leitura.

    Aliás, você pode me tirar uma dúvida? Como se pronuncia a palavra "anime"? Ouço pessoas dizendo anÍme e outras animÊ…

    22 de novembro de 2015 às 03:31
  • Responder Marcela Fabreti de Oliveira

    Hahaha Death Note chega quase a ser um clássico dessa geração atual (se você me perguntar, eu acho que da metade pro final fica bem chato).
    Olha, na época em que eu era louca e queria falar os termos certos, que nem os japoneses, eu brigava que era "animÊ". Ainda acho que "anÍme" é uma abrasileiração da palavra. Na dúvida, os dois estão certos, hahaha.

    23 de novembro de 2015 às 19:19
  • Responder Cíntia de Melo

    Preciso confessar que eu nunca na vida vi um anime 🙁 mas esse grupo ta começando a me incentivar e se eu decidir começar um eu já sei onde vir pra decidir qual hehe
    beijos
    Follow Cíntia

    24 de novembro de 2015 às 21:35
  • Responder Vân Crist

    OMG eu comecei assistir MADOKA MAGICA e parei porque parecia sem graça, mas to impressionada com seus comentários! Fiquei muito curiosa, acho que vou tentar assistir de novo. Fiquei interessada em Black Lagoon, vou anotar a dica pra assistir 😀 | Zombie Effect

    24 de novembro de 2015 às 21:35
  • Responder Marcela Fabreti de Oliveira

    Nossa Vân, assista, sério. Nos últimos episódios que a coisa toda começa a fazer sentido e aí você explode. E Black Lagoon é tipo aquela família mega disfuncional que ainda assim não tem como não amar, hahaha!

    28 de novembro de 2015 às 01:13
  • Responder Marcela Fabreti de Oliveira

    Nossa Vân, assista, sério. Nos últimos episódios que a coisa toda começa a fazer sentido e aí você explode. E Black Lagoon é tipo aquela família mega disfuncional que ainda assim não tem como não amar, hahaha!

    28 de novembro de 2015 às 01:14
  • Responder Marcela Fabreti de Oliveira

    Nossa, anime é uma mídia pra todos os gostos, tem dos mais fofinhos aos mais macabros, então te algum deles é certeza que você vai gostar! hahaha

    28 de novembro de 2015 às 01:16
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